GMA

Investir no capital humano angolano, com foco no cliente, respeitando as regras de compliance e sem comprometer os valores éticos é a fórmula de sucesso do Grupo Mieres Angola.

 

Fundada em 2013, a empresa Grupo Mieres Angola atingiu, em apenas 4 anos a liderança em mercados de serviços que eram, até a data, fornecidos maioritariamente por empresas estrangeiras em Angola.

 

Com uma aposta muito arrojada, este Grupo empresarial, desenhou 8 linhas de negocio, que em conjunto, conformam a primeira “one-stop-shop” totalmente angolana de serviços integrados no país, dando resposta a grande maioria das preocupações dos seus clientes. Estes serviços, estão voltados para o apoio às operações das empresas, centrando-se em: Realização de Traduções e Interpretações, Fornecimento de mão-de-obra angolana, Gestão de Tripulações de Embarcações, Gestão de Vistos, Formações, Consultoria de Recursos Humanos, Consultoria de Ética e Compliance, Processamento de Folhas de Salários, Logística e ainda formalização Parcerias Internacionais com investidores estrangeiros.

 

Com um crescimentos exponencial, a empresa soube como transformar os desafios gerados pela crise em uma fonte de oportunidades, aproveitando que as empresas foram obrigadas a consumir menos serviços no exterior e procurar alternativas no país, pelo que a empresa investiu mais de 1 milhão de Dólares na criação e desenvolvimento de 2 centros de Formação nas províncias de Luanda e Cabinda, criação e desenvolvimento de um departamento de marinha de nível internacional, e ainda investir na certificação ISO 9001 sobre todas suas linhas de negócios, mantendo sempre uma fiel convicção no desenvolvimento do Conteúdo Nacional Angolano.

 

Contando actualmente com 420 trabalhadores, 4 escritórios em 3 províncias de Angola, 5 parcerias internacionais em Joint Venture e uma gama de serviços que já é reconhecida internacionalmente, Grupo Mieres está tornar-se um referente em Angola para os serviços que oferece, principalmente pelo facto de ser composta por quadros nacionais, com uma taxa de angolanização superior a 99%. E é justamente esta que podem contar com formações gratuitas nos nossos centros de formação em Cabinda e Luanda. A GMA conta somente com um expatriado, que é o nosso Director Geral, e outro que é externo a empresa, que realiza a função de Ética e Compliance. Todos os directores são Angolanos e existe muita mobilidade na empresa, pois há muito recrutamento interno.

 

HC: A nível de formação, como funciona esta unidade de negócio?

VC: Criamos a GMAcademy principalmente para a atenção do publico de Cabinda, onde atendemos empresas e particulares, contamos com um catálogo de cerca de 250 cursos, divididos em áreas, que vão desde formações de base à formações técnicas. Actualmente, fizemos convénios com outras empresas de formação, como a IDEIA para cursos técnicos em Luanda e províncias e a Academia BAI e o Centro de Ética de Angola para cursos de formação em Compliance.

 

HC: Porque a empresa aposta tão fortemente pelo Compliance e Ética? Isto não é mais voltado à empresas do âmbito financeiro e banca?

VC: Em Angola a percepção de compliance e ética ainda esta em desenvolvimento, pois nunca houve uma cultura de cumprimento normativo e regulamentações estritas, no entanto, como a GMA trabalha principalmente para clientes internacionais como empresas do sector petrolífero e outras multinacionais, estas nos que exigem níveis altos de controlo de Compliance, pois são empresas que estão sujeitas a regulamentações internacionais como o FCPA dos EUA e o UKBA do Reino Unido. Para além disso, a ética e compliance acabaram por tornar-se factores diferenciais de Qualidade para nós, e todas as empresas que nos procuram, principalmente para sermos Sócios Locais, o fazem porque atendemos a estas regulamentações internacionais e primamos pela actuação transparente e ética nas nossas actividades.

 

HC: Assim sendo, a GMA é também Sócio Local de empresas estrangeiras?

VC: Sim, somos parceiros internacionais de importantes empresas Americanas, Canadenses e Sul Africanas, e esperamos atrair ainda mais investidores à Angola, através de Joint Ventures com a GMA. Acreditamos que nós como empresas nacionais temos por obrigação dar um conforto ao sócio estrangeiro, de forma que não sejamos somente “sócios no papel”. Na nossa organização colaboramos activamente para o desenvolvimento de cada Joint Venture, e definitivamente não acreditamos em sócios “abre- -portas” onde sua única mais valia é sua rede de contactos ou influências. Hoje em dia, em Angola, vale mais um sócio local estruturado e com grande capacidade de execução, pois há uma importante redução de custos e riscos para o sócio estrangeiro, que o que deseja é actuar no país tendo controlado todos seus riscos.

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